sábado, 16 de janeiro de 2010
O que aconteceu recentemente? Nossa... Ano novo foi OTIMO, tirando uma desavença... Mas entre Dezembro e Janeiro conheci TANTA gente, mas TANTA gente foda, que isso ae foi fichinha. Tipo... fiquei PUTO, mas depois percebi o quanto a pessoa era baixa, então decidi seguir a minha vida.
Digo que to feliz... Meus amigos estão próximos, minha familia presente. E momentos especiais estão surgindo....
Não to afim de nada muito poético, reflexivo, ou qualquer porcaria do genero. Afinal, ninguem vai ler mesmo. UHAHAHUA Estou só desabafando, escrevendo simplesmente por escrever. As pessoas gostam de ter blog e postar textos bonitos e tal, pra mostrar pra toda web o quanto são cultos e inteligentes. Aff, mas como diz aquele ditado "cão que ladra, não morde", e podemos adaptar pra esse caso também. :D
Aaah, são 3 da manhã de um SÁBADO e eu aqui escrevendo. UHAUHDSAHUASD Mas nem reclamo, passei o dia TODO com uma pessoa bem especial. :p
Só que agora to ferrado. Preciso ganhar na mega-sena, conheci muita gente foda, que quero conhecer FATÂO. Mas a maoiria mora longe. Mas quero ve-los assim como eles veem me ver que eu sei. *_*
Bom, foda-se. To cansado, com sono, ouvindo Gotthard ( Heaven ) - sim, é um vicio e já admiti, mas fazer oq? Quero ser um coroa que nem o Steve Lee - e sem PN pra fazer. Então vou mimir, até a próxima, ou não. Bjokas ;***
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Uma onda no ar!
Resenha sobre o filme: Uma onda no ar.
Uma onda no ar é um filme que retrata a criação de uma Rádio Favela em Belo Horizonte , chamada de “a voz livre do morro” pelos organizadores. Com dedicação e esforço eles conseguem transmitir no mesmo horário do programa estatal “A Voz do Brasil”. Com equipamentos, força de vontade e bom humor, a rádio se tornou sucesso dentro da comunidade, mas o amplo alcance dos transmissores começaram a incomodar as autoridades locais. O seu principal idealizador, Jorge, que é morador da favela é perseguido e preso. Dentro da cadeia é questionado por outro preso, como inciou o projeto da Rádio Favela. E começa uma história de luta, superação, preservação a cultura e talentos dentro da comunidade, batalha contra o preconceito e a exclusão social. E os moradores encontram uma poderosa arma contra esses itens, a comunicação.
A rádio também acaba como que “sem querer” a proporcionar vários tipos de ajuda além do esperado pelo os idealizadores, que seria a ajuda a moradores, onde os mesmos pediam para anunciar na rádio, por exemplo, o desaparecimento de algum ente querido. Mas o principal objetivo era dar voz ao povo da comunidade para fora da favela. Reivindicar mais empregos, melhorias na escola, hospitais públicos, menos arma para as forças armadas e mais para a educação. A programação diária e com a linguagem afiada dos locutores, despertava a atenção de todos para abrir olhos sobre o descontentamento sobre a condição da população mais pobre. A utilização da rádio como meio de comunicação rendeu o prêmio das Nações Unidas à Rádio Favela, pelo desempenho em alertar contra as drogas, além do papel educacional.
O racismo é constantemente assunto no filme, em uma das cenas, Jorge que estudava em um bom colégio da cidade – conseguiu uma vaga graças ao trabalho da mãe do personagem que trabalha no colégio -, discute em meio a um debate em sala de aula com um colega, pois o mesmo defendia a Lei Áurea e onde diz que resolveu em definitivo a situação do negro no país, que foi na hora rebatido por Jorge, onde defende que não houve libertação concreta e questiona a atual situação dos descendentes no atual contexto.
Encorajado e revoltado com o que acara de acontecer, o protagonista começou a refletir sobre a sua luta contra o racismo. Pois não aguentava saber que a população realmente acreditava na “liberdade” dos negros, onde esta mesma afirmativa todos sabiam que é mascarada pela própria sociedade, em que a exclusão social era partilhada por toda a população negra. Esses foram um dos principais motivos pelo começo do projeto da rádio.
A trilha sonora do filme mostra como a rádio dava ênfase a cultura afro na América, e mostrando como ponto forte a força que tinha como um mecanismo de protesto. Em uma mistura, quem assiste ao filme, encontrará artistas nacionais do Rap como, Racionais Mc's, passando pelo samba, jazz, soul, o funk, músicas que verdadeiramente tomam conta de toda favela. As músicas também estabeleciam conexão entre os diferentes universos relatados no filme: política, polícia, escola, rácio e o crime.
O jeito como o filme trata a história, onde a realidade é mostrada de uma maneira mais branda, sem muito sensacionalismo, levanta a bandeira de muitos artistas que criticam o filme Cidade Deus, pois afirmam que apesar de muito elogiado pela crítica, interfere na identificação do negro, e recebeu muitas críticas de pessoas ligadas a própria comunidade, exemplo, o rapper MV Bill , que dizia haver uma estereotipagem, que não ajudava em nada, pelo contrário, aumentava ainda mais o preconceito contra os negros, pobres e moradores de comunidades carentes, referindo-se nas cenas de chacinas, assassinatos a sangre frio, crianças com armas de fogo, se tornando traficantes, entre outras cenas que mostram a realidade nas favelas.
Em contrapartida dessa visão que a Cidade de Deus apresenta, Misael Avelino dos Santos o criador da Rádio Favela, elogia a linguagem abordada, mesmo sabendo que existem cenas de violência, o foco principal é que o filme aponta com positivismo e luta contra o preconceito e aponta que há sim, a possibilidade de vitória e superação dentro das favelas.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
O que será que aconteceu?
Sabem, as vezes depositamos tudo em algo, que quando isso dá errado a frustração e o desapontamento são sentimentos que podem ser comparados a dois blocos de pedra em cima de você... Então paro pra pensar... Será que devemos nos entregar tanto assim? Não seria melhor não se doar tanto, não se entregar tanto a um certo objetivo? Acho que essa seria, digamos, a maneira menos dolorosa não é? Mas é ai que eu digo: Não é bem assim. Pq? Vou dizer
Parem e pensem; Qual a graça de vc ter um objetivo e não correr atrás? Sabe aquele comichão, frio na barriga de tanta ansiedade? Então, vc se privaria de sentir algo assim? Pra que? Amanhã vc chegar e pensar "poxa, mas e se eu não tivesse tentado?" Eu tenho muito medo dessa frase... por isso que quando eu quero FAÇO, ta certo que por conta dessa minha impulsividade, acabo caindo do cavalo bonito... maaaaas, eu posso dizer que fiz tudo o que meu coração pediu. E acho que é bem por ai mesmo. As vezes é bom não pensar taaanto. A vida é tão curta, vamos fazer dela algo tão interessante para que quando ficarmos velhinhos podermos sentar com os netos e dizer "meu filho, eu soube aproveitar a vida".
Enfim... confesso que ainda estou meio abalado com desapontamentos recentes... situações na qual depositei toda a minha confiança... e que simplesmente tudo foi tratado como... nada. E doi saber disso, doi sentir que isso realmente aconteceu... Mas acho que cada pessoa, cada situação, cada queda, cada vitória, estão ai para nos moldar, e deixar nossos corações, mente e corpos mais fortes para uma próxima e para nos tornar pessoas melhores. E é isso, acho que são essas coisinhas que nos alegram, nos fazem sofrer que transformam essa dádiva chamada "vida" tão interessante. :D
Vou ficando por aqui. Bjus a todos.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Projeto Social Vida
Acordo com instituição acadêmica
Idealizado pelo pastor Leonério Faller, o projeto social realizado na Igreja Luterana da Penha , onde exerce sua vocação, foi uma iniciativa de todo o corpo organizador da pastoral afim de utilizar melhor o espaço físico ali encontrado, em prol da comunidade para oferecer serviços à crianças, adolescentes e idosos. Por anos tentaram parcerias com órgãos públicos, sem muito sucesso, quando em março de 2006 o pastor Leonério entrou em contato com o setor de extensão da faculdade Unisuam e apresentou o interesse em ter a instituição como parceira em seu projeto social. Alguns meses após o encontro - julho do mesmo ano - a faculdade enviou um representante para fazer um pesquisa e averiguar se haveria possibilidade da parceria. Tendo em vista a seriedade do projeto, deu-se o aval para firmar acordo e todas as providencias foram tomadas, o “ponta pé” inicial foi dado. Em 10 de Outubro de 2006 começa as atividades na igreja, e o projeto social ganha nome: Projeto Social Vida. A faculdade deixou a disposição vários estagiários de diversas áreas e materiais necessários para as atividades. O projeto vida é mantido pelo departamento social da igreja, por membros que fazem doações, por uma fundação evangélica que também apóia a causa, além dos profissionais e estagiários cedidos pela universidade Unisuam.
Com o passar do tempo a procura pelo projeto aumentou e houve a necessidade de se criar turmas e turnos. As atividades são realizadas em dois dias da semana, sendo estes às terças e sextas-feiras, em dois turnos, de manhã e a tarde. A preferência para o ingresso ao projeto é para crianças e adolescentes entre 10 e 16 anos moradoras de comunidades carentes, mas não há restrições se adultos ou pessoas de outras classes se interessarem.
Professor Diego explicando a atividade
Ajudando a salvar vidas
O projeto conta com estagiários da área de educação física, maestros para as aulas de canto e música, além da parte de apoio escolar. Atualmente conta com 10 professores, divididos em 4 turmas.Sempre preocupado com o meio sócio-cultural em que os jovens e adultos que frequentam o projeto vivem, o Pastor após o horário de lanche, reúne os alunos para apresentar vídeos e palestras sobre assuntos como: religião, violência, drogas, estudos e saúde. Um dos responsáveis pelo projeto, como professor e orientador, o aluno da Unisuam, Diego da Silva mostra a importância da ação social para quem trabalha nele, e responde a algumas perguntas.
Repórter: Além de atuar na educação, vocês tem participação ativa fora do projeto na, vida dos alunos?
Diego: Somos os chamados “faz tudo”, sabe? Além das atividades destinadas a cada profissional, fazemos um trabalho de orientação, para mostrar aos mais novos principalmente, valores, como certo e errado, sempre mostrando e alertando para problemas sociais. Passamos situações para dar exemplos, e eles buscam as soluções. E até pedimos para fazerem desenhos, mostrando a realidade deles, e a partir daí, descobrir onde trabalhar com cada um.
R: Geralmente os alunos são de comunidades carentes. Quantos alunos em média por turno, ou por professor? E de quais comunidades são?
D: Em média 10 por turma, então umas 20 por cada dia, juntando manhã e tarde. E geralmente os alunos são do: Alemão, Chatuba, Vila Cruzeiro, e mais algumas favelas aqui da região.
R: Qual é a visão de alguem que está começando na profissão?
D: É uma experiência muito boa. Para nós que estamos começando na área de educação física percebemos a dificuldade que um projeto como esse enfrenta, tanto de estrutura, quanto financeiro. Como é puxado conseguir patrocinadores para melhorar a quadra e os materiais esportivos.
R: O que vocês como educadores pensam sobre o projeto, além da oportunidade de experiencia profissional?
D: Acreditamos que esse projeto ajuda as pessoas a ter uma melhor qualidade de vida, física, intelectual, emocional, social e espiritual.
O projeto está caminhando para o seu 4º ano, e vem tirando muitos jovens da marginalidade, mostrando como é importante o aprendizado, a alegria em fazer o bem ao próximo. Com muito esforço e dedicação de toda a igreja Luterana, com a parceria da universidade Unisuam, e o suor de todos os profissionais que alí estão, com um trabalho totalmente voluntário, estes alunos aprendem, se exercitam, brincam, e o mais importante, são transformados em pessoas de caráter, integras, cidadãos de bem. Pois como declarou o professor - As crianças dão muito trabalho. Mas é assim mesmo, esse é o nosso dever, mostrar a eles, o certo e o errado. Temos que encarar de frente e dar uns puxõezinhos de orelha ( Risadas, e faz um sinal de aspas com as mãos ). É um prazer enorme trabalhar com eles, é muito divertido, gosto de ajudar, fazer o bem. Afinal de contas eles são o futuro, então temos que fazer o melhor de nós.
Professor e alunos reunidos
Matéria por: Gabriel Garcia

